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  • Concierto Perspectivas Sonoras: EVOÉ María! [BRASIL] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto Perspectivas Sonoras: EVOÉ María! [BRASIL] Doriana Mendes (Brasil) 23 nov 2022 Doriana Mendes Singer, Actress-Dancer. PhD and Master in Music and Bachelor in Singing, she has been a singing teacher at UNIRIO (Rio de Janeiro) since 2013. She made her international debut at the Darmstadt Theater singing an opera by Jocy de Oliveira. In 2019, he premiered the multimedia opera “Helena y su ventríloquo” by Daniel Quaranta at the MUSLAB Festival (México-DF) and at the XV Festival Visiones Sonoras, in Morelia, Mexico. In 2016 he starred in the premiere of the opera Medeia by Mario Ferraro at the 1st edition of the “Bienal de Ópera Atual” (Current Opera Biennial), by FUNARTE. Soloist of Abstrai Ensemble dedicated to contemporary music and Codex Sanctissima specialized in medieval music. He performed in Germany, France, Ireland, Portugal, Chile, Bolivia, Argentina, Mexico and in all states of Brazil, on the Sonora Brasil-SESC tour (2011-2012). An expressive performer has made numerous world premieres as a guest soloist for national and international festivals, as well as operatic, musical, theater and dance casts. El concierto online EVOÉ Maria! presenta una propuesta para la creación de quatro obras electrovocales para voz solista y soporte electroacústico. El tema incluye como inspiración el conjunto de obras de la artista Maria Martins (1894-1973). En 2022 estaremos celebrando los 100 años de la Semana de Arte Moderno de 1922 —Maria tenía entonces 28 años— y, a nuestros ojos, el singular surrealismo de la artista representa una fuerza de diálogo con el modernismo brasileño inaugurado en el período.Doriana Mendes, creadora de la propuesta del concierto e intérprete, celebra, en 2022, 25 años de actuación en la música contemporánea brasileña e internacional. Los compositores invitados son creadores brasileños con amplia experiencia en música contemporánea y electrovocal: Arthur Kampela (Rio de Janeiro-New York), Guilherme Ribeiro (São Paulo-Lisboa), Neder Nassaro (Rio de Janeiro) e Ivan Simurra (São Paulo-Rio Branco). La ingeniería de grabación está a cargo del compositor Bryan Holmes (Rio de Janeiro-Santiago), especializado en música y tecnología.El artista digital Clelio de Paula hizo la intersección entre las obras inéditas, proponiendo un diálogo entre la visualidad de las esculturas de Maria Martins y la vocalidad performática de Doriana Mendes. Clelio creó 5 piezas en arte digital, de 1 minuto de duración, que hacen la provocación de la apertura del concierto e interactuán entre cada obra electrovocal hasta la coda final. El conjunto de obras de Maria Martins componen la inspiración para la creación de imágenes y posibles sonidos provenientes del cuerpo de estas esculturas, evocando el grito de las Bacantes como saludo a la contemporaneidad de la Maria modernista: ¡EVOÉ Maria! 1. MARIA! (Guilherme Ribeiro)Maria! é uma peça para voz feminina e eletrônica em suporte fixo dedicada à cantora Doriana Mendes e em homenagem à artista Maria Martins (in memoriam). Maria nasce do convite-proposta feito por Doriana Mendes para que eu compusesse uma peça tendo como referência e inspiração o trabalho e vida da artista brasileira Maria Martins (1894-1973). A peça tem em seu texto alguns trechos de dois poemas escritos por Maria Martins: “Explication I” (1946) e “Sem título” (1945?). « ainda muito tempo após minha morte, muito tempo após tua morte, eu quero te torturar, quero que meu pensamento como uma serpente de fogo se enrole no teu corpo sem te queimar, eu quero te ver perdido, asfixiado, errando nas neblinas mal-sãs tecidas por meus desejos, quero pra ti longas noites sem sono acompanhadas pelo tumtum ressoante das tempestades longínquas, invisíveis, desconhecidas, quero que a saudade da minha presença então te paralise. » Este é um dos trechos da poesia de Maria Martins utilizados nesta peça, que traz como tema e resultado o corpo. Mas não qualquer corpo, senão o corpo da mulher dos trópicos, da mulher brasileira e sua existência neste mundo machista e misógino. Neste sentido, não é a minha voz a falar, mas indubitavelmente a voz de Maria, de Maria Martins, de Doriana Mendes, e de muitas outras Marias. Maria!, por fim, se apresenta com muitas vozes, com muitas línguas, com muitas bocas: faladas, mutadas, cantadas, sussurradas, mastigadas, gritadas. 2. O IMPOSSÍVEL (Arthur Kampela)Embora ininterrupta, a obra pode ser dividida, basicamente, em 3 partes ou segmentos:1) A primeira é uma espécie de coral baseado em gravações superpostas da voz da Doriana. Aí já se inscreve um primeiro momento de reflexão e suspense onde o material é inspecionado sob o ponto de vista da harmonia e de suas conexões internas .2) A partir do minuto cinco da peça há uma intervenção rítmica de materiais contrastantes que corta este coral inicial. Faço uso primordialmente além de ruídos obtidos com a voz de Doriana, de um piano distorcido, ou seja, sons gravados em todas as partes de um piano de cauda (em suas teclas e no seu interior). Aos poucos a peça ganha muita ressonância e uma grande variedade dinâmica e rítmica, que, sinto, seria o equivalente sonoro dos "tentáculos" (cabeças) da escultura da Maria Martins – a parte monstro da escultura, mais precisamente.3) Este amálgama de ritmos e sons vocais vai paulatinamente se resolvendo, e o coral inicial retorna em meio ao turbilhão de sons deste segmento. Aos poucos, se escuta a emergência de uma melodia com caráter de modinha e francamente tonal, inicialmente obscurecida pelos ruídos e sons menos comuns que o suporte eletroacústico gera. Tal melodia ainda opaca à escuta, vai-se aos poucos afirmando em várias transposições. Finalmente, a emergência desobstruída desta melodia acontece nos últimos momentos da peça – uma espécie de "reconciliação", eu diria, com as formas mais angulares (cabeças) da escultura de Maria Martins, uma volta às origens vinda da anatomia humana do corpo da escultura. No último instante, esta melodia é abruptamente cortada por sons muito rítmicos e angulares provindos de um piano distorcido, e reminiscentes da parte anterior da composição. – Formalmente, uma espécie de micro-coda de caráter mais agressivo que sutilmente complementa a melodia tonal, enfatizando, assim, a metamorfose estrutural da escultura e da música que nela se baseou. 3. ARIEDARA AMNENIA A DOIVLEMONT (Ivan Simurra)“predamaquinação” Elaborada como uma criação musical em conjunto, ARIEDARA AMNENIA A DOIVLEMONT retrata as trocas de ideias de contextos, aparentemente, distantes e distintos: a escultura e o som; a música e o gesso, a floresta e o concreto. Contudo, é preciso discutir a desfiguração humana que é, neste contexto, o início de uma outra forma animal, vegetal ou outra. "preda, (má)quina e ação" são termos emprestados das conversas realizadas durante o processo criativo da obra: a ação predatória da máquina e da regeneração da floresta por intermédio dos sons, da interação humana com a natureza. Essa relação deve voltar a um equilíbrio que se perdeu em grande escala nos últimos quatro anos, especificamente, no Brasil. Como a floresta pode se esconder e se proteger? O que devoramos, deglutimos ou nos é socado/estocado “goela abaixo”? O soco no estômago - o vazio - o espaço da voz, do pronunciamento, do grito, da denúncia, do riso deslocado e nervoso. A proximidade da floresta. Passos. Pés que adentram o território. 4. FUNDO do POÇO (Neder Nassaro)A obra Fundo do Poço é um exercício de aproveitamento poético das potencialidades sonoras da voz humana. Sua escrita experimental, imersa numa ambientação eletroacústica de sons gravados e sintetizados, privilegia gestos livres, texturas baseadas em fluxos, e o emprego de técnicas não-convencionais de execução. Em um universo de combinações (fusão, contraste, inter-relação e interferência), Fundo do Poço permite à intérprete explorar suas capacidades criativas, gerando novas leituras e novas percepções a cada montagem. Previous Next

  • Concierto: Ensamble Danaus - 46 FIMNME [México] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Ensamble Danaus - 46 FIMNME [México] Juan Vázquez Andrea Chamizo Marc Mellits Augusta Read Thomas 15 oct 2024 Como parte del Foro Internacional de Música Nueva Manuel Enríquez, el Ensamble Danaus presentará dos estrenos mundiales: el Quinteto de Alientos #2 de Juan Vázquez y Tan Largo e Impronunciable de Andrea Chamizo; así como dos estrenos en México: Apollo de Marc Mellits, y Avian Escapades de Augusta Read Thomas. El Ensamble Danaus, formado en 2018, es el principal representante de Quintetos de Aliento en Michoacán, referente a nivel nacional por su calidad artística y su labor de difusión de la música mexicana de concierto. Sus miembros son todos los principales de sección de la Orquesta Filarmónica del Tzintzuni, además de aportar a la vida musical de Michoacán en otras importantes instituciones culturales como son: la Orquesta Sinfónica de Michoacán, la Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, Semilleros creativos de Fomento Musical en Michoacán, entre otras. Han participado en importantes festivales a nivel nacional como el Festival Ortiz Tirado en Sonora, el Festival de Música Bernal Jiménez, el Festival Aires de la UNAM, y el Circuito Música Raíz México. Su repertorio es vasto y cubre música desde el medievo hasta siglo XX, con un programa que se encuentra en constante evolución, pues el grupo está interesado en buscar voces nuevas usando un lienzo sonoro propositivo y fusionando música popular y música folclórica en arreglos interesantes, que marcan la pauta a volver la música de conciertos abierta a nuevas propuestas y audiencias. Previous Next

  • Conferencia en el marco del X Festival Internacional de Música Contemporánea | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Conferencia en el marco del X Festival Internacional de Música Contemporánea João Pedro Olveira y Patrick Saint Dennis 4 jun 2014 Previous Next

  • Concierto: Media Pieces.[ALEMANIA] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Media Pieces.[ALEMANIA] Thomas Neuhaus (Alemania) Roman Pfeifer (Alemania) 26 feb 2016 Se presentarán piezas electroacústicas para medios fijos, que han sido compuestas en los últimos años por los profesores, así como estudiantes del ICEM. Programa Emocomico - Jan Baumgart Sleep the Mouth and the Dream Screen - Roman Pfeifer Nested Loops V - Dirk Reith Yalo - Georg Rollin recognizer - Tristan Berger Revelations and a Terrace Talk - Thomas Neuhaus Acccross the Universe - Benedikt ter Braak Thomas Neuhaus (1961), casado con la bailarina y actriz Kerstin Horner y padre de dos hijos, estudió composición en la Folkwang-Hochschule (hoy Folkwang Universidad de las Artes) en Essen, Alemania; con Wolfgang Hufschmidt y composición electrónica con Dirk Reith. En los años 80s y 90s fue co-desarrollador del Proyecto “Audiac” para composición asistida por ordenador y síntesis de sonido. Como compositor trabaja con el Theater der Klänge, en Düsseldorf. Desde 1994 es profesor en el Instituto de Música Informática y Medios Electrónicos (ICEM) de la Universidad Folkwang de las Artes. Del 2000 al 2002 también enseñó en la Hochschule für Kunste de Bremen. Desde octubre del 2004 es nombrado como profesor de música por computadora en el ICEM. Es miembro fundador y miembro de la junta directiva de la Gesellschaft für Neue Musik Ruhr (Society for New Music Ruhr). Desde octubre 2011 es el director artístico de la ICEM. Ha desarrollado varios idiomas composición y entornos de tiempo real interactivos. Sus intereses de investigación incluyen todo tipo de conexiones entre la música electrónica y las artes escénicas, así como la formalización y generación automática de estructuras musicales. Roman Pfeifer (1976, Freiburg, Alemania); asistió a la Universidad Folkwang de las Artes en Essen, estudiando composición instrumental con Nicolaus A. Huber, así como composición electrónica con Dirk Reith. Ha asistido con frecuencia cursos internacionales de verano para la nueva música en Darmstadt y ha colaborado con artistas y conjuntos de renombre. Desde 2003, Roman Pfeifer ha enseñado notación, teoría de la música, análisis de la música electrónica y composición electrónica en la ICEM de la Universidad Folkwang de las Artes en Essen. Ha publicado textos sobre diversos compositores y conferencias sobre música electrónica, síntesis de voz instrumental y teatro instrumental. En 2012 fundó Kammerelektronik una compañía de teatro de música de cámara, que se desarrolla en el espacio entre el teatro instrumental, danza, escenografía, dibujo y fotografía. Previous Next

  • Concierto: TIEMPO-PIEDRAS 4 composiciones para la incertidumbre [México] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: TIEMPO-PIEDRAS 4 composiciones para la incertidumbre [México] Nayeli Santos (México) Jose Orozco Mora (México) 26 jul 2024 TIEMPO-PIEDRAS: CUATRO COMPOSICIONES PARA LA INCERTIDUMBRE es un proyecto multidisciplinario que reúne cuatro composiciones sonoras para un video-performance. La artista mexicana Nayeli Santos, quien está a la cabeza de este proyecto, hace la curaduría de cuatro músicos, cada uno de ellos realiza una composición sonora re-interpretando el video Tiempo-Piedras, el cual es una producción de la autoría de Santos. La activación del video-perfomance consiste en anular el audio original para abrir un espacio de experimentación sonora que acompaña las imágenes proyectadas y el sentido poético del video-performance, haciendo una simbiosis entre lo visual y lo sonoro. El músico invitado en esta ocasión es Jose Orozco Mora (México). En su práctica explora características elementales del sonido, experimentando con diversos tipos de afinaciones y temperamentos, el contenido armónico y la textura desarrollada por la combinación de frecuencias de los objetos acústicos y electrónicos que utiliza como medios sonoros. Su colaboración en el proyecto, esta basada en una composición inclinada hacia la corriente del ambient. Previous Next

  • Conciertos y conferencias: Encuentro Montrealia [México-Canadá] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Conciertos y conferencias: Encuentro Montrealia [México-Canadá] GRMS (Groupe de Recherche sur la Médiatisation du Son): Simon-Pierre Gourd, Sandeep Bhagwati, Alexandre St-Onge, Philippe-Aubert Gauthier, Ricardo Dal Farra, Gabrielle Couillard, Xavier Tremblay, Chantal Dumas y Kasey Pocius Sofía Matus (México), Andrea Agostini (Italia) y Gabriel Gendín (Argentina), Jairo Ortiz, Alena Stryuchkova, Román Pavón Estrada y Dirén Checa 23 abr 2025 El Encuentro Montrealia, que se llevará a cabo en las instalaciones del Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras (CMMAS) y la ENES Morelia, en colaboración algunas de las instituciones mas importantes en el ámbito de la música y la tecnología de Quebec como Matralab, GRMS, UQAM y Concordia, tiene como objetivo generar un espacio de aprendizaje, retroalimentación y reflexión en torno a la creación de música contemporánea. A través de actividades académicas y artísticas, busca fomentar el intercambio y la colaboración entre creadores de ambos países. Del 23 al 25 de abril se realizarán en el CMMAS y la ENES Morelia las actividades del Encuentro Montrealia. Todas las actividades son gratuitas y abiertas a todo público. Cupo limitado. PRIMER DÍA: Concierto GRMS El Encuentro Montrealia contará con la participación de distinguidos miembros del GRMS (Groupe de Recherche sur la Médiatisation du Son), entre los que se incluyen Simon-Pierre Gourd, Sandeep Bhagwati, Alexandre St-Onge, Philippe-Aubert Gauthier, Ricardo Dal Farra, Gabrielle Couillard, Xavier Tremblay, Chantal Dumas, y Kasey Pocius, quienes ofrecerán un concierto en Morelia. El GRMS estudia el valor heurístico y las funciones del sonido en diferentes contextos, ya sean sociales, mediáticos, artísticos o utilitarios. El grupo explora las relaciones entre la producción sonora, el contexto de su transmisión y sus aspectos fenomenológicos, permitiendo a sus miembros desarrollar proyectos de investigación y creación. Además, proporciona a los estudiantes de posgrado acceso a prácticas profesionales, desarrollo profesional y equipos de investigación, e introduce a los estudiantes de grado en la investigación. El GRMS propone un enfoque crítico y tecnomaterial en la intersección de las artes, la comunicación mediática, la investigación-creación y las ciencias sociales. Se centra en las formas mediáticas que mediatizan el sonido. La actividad colaborativa del grupo enfatiza la difusión y transferencia de conocimiento, reuniendo a miembros y socios de la red, así como a otros participantes de fuera del país y de Hexagram. Finalmente, el GRMS crea vínculos y colaboraciones con la comunidad creativa local y de otras regiones. El concierto tendrá lugar en el Auditorio del CMMAS el 23 de abril a las 19:00 horas. Programa: -Karma (1986) - Ricardo Dal Farra (Argentina/Canadá) - Concordia (Hexagram) -Le Hoquet Des Tanches (2024) - Alexandre Saint-Onge (Canadá) - Université Laval -Re_Cycle 2020_Pauline - Simon-Pierre Gourd (Canadá) - EDM-UQAM (Hexagram) -Joncs cagettes basseterres (2024) - Éric Létourneau (Canadá) - EDM-UQAM (Hexagram) -Oscillations planétaries (2019) - Chantal Dumas (Canadá) - Independent Sound Artist-GRMS SEGUNDO DÍA: El encuentro cuenta con un sólido respaldo académico y de investigación, lo que garantiza un espacio de alto nivel para la reflexión y el intercambio de ideas. En este marco, el 24 de abril se llevará a cabo una sesión de intercambio académico interinstitucional en la sede de la ENES Morelia (Escuela Nacional de Estudios Superiores), que reunirá a destacados expertos en el ámbito de la música y la tecnología. La sesión contará con la participación de figuras de renombre internacional como Sandeep Bhagwati, compositor y académico especializado en música contemporánea y tecnologías digitales; Simon-Pierre, reconocido investigador en el área de la relación entre la música y la inteligencia artificial; y Ricardo Dal Farra, compositor y profesor en el campo de las artes electrónicas y el sonido. Estos especialistas compartirán sus conocimientos y experiencias, propiciando un diálogo enriquecedor sobre las tendencias actuales de la investigación en la música y su intersección con las tecnologías emergentes. Este evento se configura como una oportunidad única para fomentar la colaboración entre diferentes instituciones y disciplinas, y para ampliar las fronteras del conocimiento académico en un contexto global. El charlas tendrán lugar en el aula F001 de la ENES Morelia el 24 de abril a las 14:00 horas. TERCER DÍA: El Encuentro Montrealia cuenta con la valiosa participación del proyecto “DigiScore”, que comprende un ambicioso programa de investigación basada en la práctica, entrelazado con una investigación teórica innovadora sobre la transformación de la partitura musical a través de nuevas tecnologías computacionales. DigiScore es el primer proyecto integrado a gran escala que aborda estos desafíos. Las partituras digitales que utilizan tecnología computacional y medios digitales están surgiendo a nivel mundial como la siguiente etapa evolutiva del concepto de partitura musical. Estas partituras generan nuevas experiencias musicales, enfoques compositivos innovadores, nuevas oportunidades de interpretación y una mayor accesibilidad para un gran número de músicos y culturas musicales de todo el mundo. Programa: -Monochrom 1er Movimiento - Sandeep Bhagwati -Divergencias - Sofia Matus Cancino (México) -Monochrom 2do Movimiento - Sandeep Bhagwati Geomorfologías situadas - Gabriel Gendin (Argentina), Monochrom 3er Movimiento - Sandeep Bhagwati -Line Drawings - Andrea Agosti (Italia) -Monochrom 4to Movimiento - Sandeep Bhagwati Previous Next

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    Crónica VS19 Te invitamos a sumergirte en la crónica escrita por el periodista Ricardo Rozenthal, quien plasmó en detalle cada día del Festival Visiones Sonoras 19. Este evento musical de vanguardia tuvo lugar del 6 al 10 de marzo de 2023, en la hermosa ciudad de Morelia, México. En cada una de las jornadas, el periodista nos relata con minuciosidad las propuestas musicales y las performances más destacadas. También nos ofrece una crítica precisa de cada una de ellas, sin dejar escapar ningún detalle. EMPIEZA EL FESTIVAL VISIONES SONORAS 19 VISIONES SONORAS 19 – DÍA 1 VISIONES SONORAS 19 – NOCHE 1 VISIONES SONORAS 19 – DÍA 2 VISIONES SONORAS 19 – NOCHE 2 VISIONES SONORAS 19 – DÍA 3 VISIONES SONORAS 19 – NOCHE 3 VISIONES SONORAS 19 – DÍA 4 VISIONES SONORAS 19 – NOCHE 4 VISIONES SONORAS 19 – DÍA 5 VISIONES SONORAS 19 – NOCHE 5 Next Next Next Next Next Next Next Next Next Next Next

  • Concierto: Passage à Paris. [MÉXICO] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Passage à Paris. [MÉXICO] Esteban Zúñiga Domínguez (México) 18 ago 2017 El programa se divide en dos secciones, los primeros 15 minutos Esteban Zúñiga dará una descripción breve del nacimiento de este álbum, en seguida, analizará la estructura de "Nautilus" del compositor francés Denis Dufour, profesor de la mayoría de los compositores que participaron en el disco. Los siguientes 40 minutos interpretará/espacializará 5 obras incluidas en el disco "Passage a Paris" y una obra de estreno nacional. El trabajo de este compositor y director de cine, nacido en México, se destaca por: su discurso narrativo, un auténtico interés por los problemas sociales y el uso de su producción como medio para difundir propuestas para su solución. Se formó en México (UNAM) y Francia (Escuela Superior de Estudios Cinematográficos, Universidad París-Este, Conservatorio de la capital). Sus obras han sido interpretadas en América, Asia y Europa. Los años de formación bajo la tutela de los maestros Denis Dufour, Eric Tanguy y Ulises Ramírez impulsaron su quehacer creativo. Su repertorio de música instrumental está formado por música de cámara con y sin uso de medios electrónicos. Algunas agrupaciones que han estrenado sus obras son: Ensamble Court-circuit, 2E2M, Cuarteto Diotima, Motus, Kuikani, L’Esquisse, y Sophie Deshayes, Carl-Philip Fisbach, Edith Ruiz, Natalia Turner, Aníbal Robles, Etc. En 2017 la disquera LICENCES publicó "Passage a Paris" donde participa como compositor y director artístico. Previous Next

  • Jorge Variego [ARGENTINA] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Jorge Variego [ARGENTINA] Jorge Variego (Argentina) 10 ago 2012 El concierto es un recital de piezas electroacústicas para clarinete y medios electrónicos. La presentación, es un anticipo del material discográfico que será producido en la sede del CMMAS y que estará exclusivamente dedicado a la obra para clarinete y medios electrónicos de compositores argentinos. El repertorio incluye trabajos en estreno mundial de: Claudio Lluan, Dante Grela, Martin Gendelman, Santiago Diez-Fischer, Jorge Variego, y Daniel Schachter. Este proyecto es posible gracias al auspicio de Valley City State University y del North Dakota Council on the Arts. Previous Next

  • Conciertos Post-Visiones: Nybble. [FRANCIA] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Conciertos Post-Visiones: Nybble. [FRANCIA] Alex Augier (Francia) 17 nov 2018 Presentaciones: 14 de Noviembre de 2018:19:00hrs, Auditorio Blas Galindo, Concierto post-Visiones, en el Encuentro Internacional ACT, 17 de Noviembre de 2108, 22:00hrs, Auditorio CMMAS, Concierto post-Visiones, en el Festival de Música de Morelia, Miguel Bernal Jiménez, en su edición 30. Estos conciertos son en colaboración con el Centro Nacional de las Artes, en el marco de las actividades del Encuentro internacional ACT y con el Festival de Música de Morelia Miguel Bernal Jiménez. El artista electrónico Francés Alex Augier, presenta por primera vez en México _Nybble_, un sorprendente espectáculo audiovisual que combina música electrónica y luz, en un minimalismo digital y organicidad. En _Nybble_, el sintetizador modular reemplaza al músico en el corazón de la propuesta, donde lo audiovisual se despliega en el espacio a través de 4 pantallas transparentes y 4 puntos de difusión del sonido. El trabajo de Alex Augier se centra en la estética digital híbrida en una perspectiva musical y transversal, que incluye elementos sonoros y visuales. Estos elementos interactúan con el espacio y toman principalmente la forma de performances audiovisuales singulares. Defiende una visión general del proceso creativo donde el diseño, la programación y la tecnología son una parte integral del proyecto artístico. Sus trabajos han sido presentados en festivales internacionales como Ars Electronica (Linz / AT), SAT (Montreal / CA), LEV (Gijon / ES), Scopitone (Nantes / FR), Media Ambition Tokyo (Tokio / JP), Mapeo (Ginebra / CH), Arte de Código Abierto (Gdansk / PL), Multiplicidade (Rio / BR), Festival de Arte Digital de Atenas (Athenes / GR), Nemo (Paris / FR), Sonica (Glasgow / UK). Previous Next

  • Concierto: Música de la Encyclopedia Sónica Vol.1. [MÉXICO] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Música de la Encyclopedia Sónica Vol.1. [MÉXICO] Leonardo Heiblum (México) 28 jun 2019 Todos los sonidos que se escucharán en este concierto, han sido grabados durante 25 años por Leo Heiblum en diferentes lugares del planeta. Su proyecto personal, consiste en encontrar música en los sonidos que nos rodean. Gracias al apoyo del Sistema Nacional de Creadores, se ha podido dedicar los últimos 3 años a catalogarlos, editarlos y componer música utilizando solamente estos sonidos. Los ritmos y melodías que escucharán son de los sonidos mismos, animales, ciudades, humanos y los elementos de la naturaleza. Sobre ellos se construyen las composiciones. Algunas de las piezas tienen un colaborador músico que se integra a los sonidos de diferentes maneras. Leonardo Heiblum Es un compositor nacido en Ciudad de México. Durante 20 años ha realizado música para películas de varios países, muchas de ellas con Jacobo Lieberman y ha sido reconocido con el Premio Fénix en 2016 por Tempestad y en 2018 por Pájaros de Verano, así como el Ariel en 2009 por Desierto Adentro, 2013 por Carriere y 2014 por La Jaula de Oro. Se han presentado películas con su música en los festivales más importantes del mundo. Ha editado 7 discos de Son Jarocho tradicional, contribuyendo a la música y a la cultura de Veracruz. También ha producido discos de música original de él y de otros compositores, incluyendo “The Peyote Dance” colaboración con Soundwalk Collective y Patti Smith, “A la larga la verdad no importa” de Jacobo Lieberman, “Concert of the Sixth Sun” y "Spirit of the Earth" en el 2012 y 2018, con música de Philip Glass con 2 músicos Wixarikas. Casi todo este trabajo lo realiza en “Audioflot” y lo edita en “Belurecords” Actualmente está terminando discos con Philip Glass, Patti Smith, Foday Musa Suso y Wolfe Glass. Es miembro del SNCA (Sistema Nacional de Creadores de Arte). “Proyecto apoyado por el Fondo Nacional para la Cultura y las Artes” Previous Next

  • Concierto: Liento. [COLOMBIA] | CMMAS+

    Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Liento. [COLOMBIA] Hombre Memoria (Colombia): Víctor Acevedo, Simón Mesa, Adán Naranjo, Julián Loaiza, Alfonso Posada 22 jun 2018 Hombre Memoria es liderado por los compositores Víctor Acevedo y Simón Mesa quienes en esta oportunidad nos presentan una propuesta que escapa tanto del rock y su formato convencional, como de la electrónica. Sus composiciones, en las que es inminente la utilización de samples, loops y síntesis de audio, son portales para entrar a oscuros parajes que cambian hacia el resplandor, y que hacen pensar en la belleza de la melancolía. Los ambientes y texturas son guiados por una voz seca y aleatoria que aparece como un susurro ante una orquestación colorida. Andrés Sampedro, MAMM (Museo de Arte Moderno de Medellín) Víctor Acevedo - Compositor y productor. Guitarrista de jazz de la Universidad EAFIT (Medellín, Colombia), en la que se desempeña como docente del énfasis de guitarra jazz. La variedad de sus proyectos transitan entre el ambient (Bajo el árbol, un Dúo de guitarra, procesos y batería) y el jazz experimental, entre otros.Como intérprete ha participado en diversos festivales de jazz en Colombia, como lo son: el Festival Internacional de Jazz y Músicas del Mundo (2010), University Jazz Festival (2010, 2011 y 2012) y el festival Voces del Jazz y del Caribe, en la ciudad de Cartagena de Indias (2014). En el año 2014 participó como compositor y ejecutante en el X Encuentro de Música EAFIT dedicado a la música y las nuevas tecnologías. Ha participado en varios proyectos de diversas músicas como el Jazz, Ambient y música mixta, con los que ha podido presentarse en diferentes festivales nacionales e internacionales. En vivo en la agrupación Hombre Memoria, interpreta la guitarra, sintetizadores y voz. Simón Mesa - Compositor y productor Compositor egresado de la Universidad EAFIT (Medellín, Colombia). Como compositor e intérprete ha participado en el ensamble de música contemporánea Periscopio de la Universidad EAFIT. En el 2012 fue seleccionado por el ministerio de cultura para participar como arreglista en el proyecto HEY MOZART 2012.?Participó como investigador en el área de música electroacústica de la universidad EAFIT y como arreglista, productor y compositor en varios proyectos entre los que caben mencionar: ArtOffline Documental, The Mayor Corpse Cortometraje, Inwaves EP (Producción y arreglos). En vivo en la agrupación Hombre Memoria, interpreta la guitarra y samples. Adán Naranjo - Baterista Estudiante del énfasis de batería jazz de la Universidad EAFIT (Medellín, Colombia). Ha participado en múltiples proyectos de la ciudad de Medellín, interpretando géneros que van desde el punk hasta el jazz. Actualmente se perfila como un joven productor de músicas alternativas. En vivo en la agrupación Hombre Memoria, interpreta la batería. Julián Loaiza Estudiante del énfasis de contrabajo jazz de la Universidad EAFIT (Medellín, Colombia). Es uno de los jóvenes bajistas de la ciudad con mayor versatilidad. Actualmente participa en diversos proyectos de jazz y músicas alternativas. En vivo en la agrupación Hombre Memoria, interpreta el bajo eléctrico y sintetizadores. Previous Next

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