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- SPARC: Sound Practice As Research @ City - Lilja María Ásmundsdóttir (Islandia) - Jonathan Higgins (Reino Unido) - Liz Lassiter (EUA) - Tullis Rennie (Reino Unido)
SPARC composers discuss interdisciplinarity, collaborative methods and disruption as found in their works, also presented in concert as part of Visiones Sonoras 17. < Back Ir al final | go to botom SPARC: Sound Practice As Research @ City - Lilja María Ásmundsdóttir (Islandia) - Jonathan Higgins (Reino Unido) - Liz Lassiter (EUA) - Tullis Rennie (Reino Unido) SPARC composers discuss interdisciplinarity, collaborative methods and disruption as found in their works, also presented in concert as part of Visiones Sonoras 17. Lilja María Ásmundsdóttir (Iceland) is an artist, composer and performer from Iceland. In her practice, she often explores improvisational creativity and collaborative methods, working with artists from different fields. Jonathan Higgins (UK) a composer and performer based in London whose music focuses on exploring how noise can be utilised as a transformative and generative tool. His music has been performed and prized both nationally and internationally. Liz Lassiter (USA) is a composer and vocalist writing genre-less compositions with Black Women for Black Women. Her practice is rooted in storytelling and the “viscerality” of the imaginary. Currently, she is a PhD student at City, University of London studying how ethnographic composition can best answer questions around the Black Woman immigrant/ex-pat/trans-national identity. Tullis Rennie (UK) is a composer, improvising trombonist, electronic musician, and field recordist. His work encompasses sound installation, community-engaged participative projects, multi-channel concert works, video, mixed media and live/improvised performances - presented at concerts and festivals across 20 countries, alongside UK national broadcasts on BBC Radio 3 and ResonanceFM. www.tullisrennie.com ¿Tienes comentarios o preguntas al artista? participa en nuestro foro Do you have comments or questions to the artist? Participate in our forum Button Ir arriba | Back to Top Previous Next COLABORADORES APOYOS PÚBLICOS
- Concierto: Superficies de tiempo Iván Naranjo [México] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Superficies de tiempo Iván Naranjo [México] Iván Naranjo [México] 28 feb 2025 Las piezas incluidas en este programa fueron compuestas entre 2016 y 2025. Todas son obras electrónicas multicanal, adaptadas especialmente para esta ocasión a un sistema de ocho canales. Su naturaleza algorítmica y estocástica hace que cada interpretación sea única en sus detalles más mínimos, variando milisegundo a milisegundo, aunque conservando siempre su forma general y materiales sonoros. Estas obras exploran territorios sonoros donde se difuminan los límites entre el ritmo y la frecuencia, destacando por su uso de la micro-polirritmia, la micro-politemporalidad y la creación de espacios armónicos autosimilares. Cada pieza es un viaje a través de texturas y estructuras que desafían la percepción del tiempo y el espacio sonoro. Programa: -Superficies de tiempo (2020) -Paricutín (2025) -Re-trazo VI (2016) -Espacios en espacios (2019) Las cuatro obras serán publicadas en un álbum en 2025, ofreciendo una visión completa de este ciclo compositivo. Previous Next
- Marcelo Armani (Brasil)
13.07.2022 < Regresar Marcelo Armani (Brasil) 13.07.2022 JUNTAR Marcelo Armani es artista sonoro, técnico de sonido, compositor y músico electroacústico brasileño. Su trayectoria incluye la producción de piezas e instalaciones compuestas tanto por la síntesis como por la manipulación sonora de grabaciones de campo. Su investigación reside en la práctica escultórica del sonido a partir de la composición de capas, la inmersión en el grano sonoro y el relato del entorno acústico cotidiano. Su práctica parte de procesos experimentales, utilizando cintas magnéticas, superficies amplificadas, sintetizadores analógicos y digitales controlados por interfaces de iPad como herramientas de expansión de tiempo y espacio, sugiriendo volúmenes, texturas y densidades. Armani ha realizado una serie de muestras, residencias y conciertos en países de América Latina, Europa, África y América del Norte. Actualmente vive y trabaja en la ciudad de Canoas, RS, Brasil. Descripción del concierto: Juntar (port)... unir/juntar diferentes cosas poniéndolas en contacto a través de diferentes materiales o medios. De estos sentimientos y significados parte el título de este concierto. Una forma de reunir, aunque sea de forma virtual, algunos de los compositores y artistas sonoros brasileños a partir de las investigaciones y experimentos de cada uno. En esta transmisión entramos en contacto con este tejido sonoro y visual propuesto en el universo de Alessandra Bochio y Felipe Merker, Dúo Teia, Felipe Vaz, Janete El Haouli, Marcelo Armani, Marco Scarassatti, May HD, Paulo Vivacqua, Renata Roman, Mariana Carvalho y Thelmo Cristóvam. Programa 1. Marcelo Armani Concerto pra Cocho Peça Sonora, 3’55’’ 2014 Esa pieza es un collage de una experiencia sonora aplicada sobre los locales utilizados para alimentar el ganado que en portugués es “Cocho”. Específicamente, busque por sonidos que producidos con un arco de violín aplicado sobre la extremidades de las hojas de metal que sirven de techo a ese local. El proceso de grabación lo hice utilizando micrófonos de contactos y um par de shotguns puestos abajo del techo. Los 3min y 55s, resumen un total de más de 1h15min de investigaciones y búsquedas sonoras. A lo largo de la pieza se puede percibir las distintas frecuencias, texturas y rítmicas que sumadas componen un universo muy particular. 2. Andrea May HD Matafantasma Peça Sonora, 5’46’’ 2022 Andrea May é artista visual e sonora, curadora independente e doutoranda em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Criada especialmente para a edição Perspectivas Sonoras 2022 do Centro Mexicano de Músicas e Artes Sonoras – CMMAS, esta peça foi composta essencialmente por fragmentos de gravações de discos de vinil preparados e/ou intencionalmente manuseados para destruição dos hinos nacionais enquanto representação distópica de um país de apagamentos e sob um governo mal assombrado. 3. Alessandra Bochio e Felipe Merker Transduções [excertos, 2019] Performance Audiovisual, 3’04’’ 2019 Felipe Merker Castellani é artista multimídia, pesquisador e professor. Suas pesquisas atuais têm como ponto central o estudo de epistemologias contra-coloniais e suas possibilidades de entendimento e desdobramento no campo das artes. Como artista desenvolve instalações interativas, videoinstalações e performances audiovisuais em parceria com artistas de diversas áreas. É mestre e doutor em música na área de Processos Criativos junto ao Instituto de Artes da Unicamp, e bacharel em composição musical pela Faculdade Santa Marcelina. Alessandra Bochio é artista, pesquisadora e professora do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da ECA/USP. Mestre em Artes pela Universidade Estadual Paulista IA/UNESP. Bacharel em Artes Plásticas pelo IA/UNESP, Licenciatura Plena em Arte pelo Centro Universitário Belas Artes. Realizou estágio de pesquisa na Université Sorbonne Nouvelle Paris 3. Como artista se dedica a trabalhos colaborativos na realização de performances e instalações audiovisuais. 4. Janete El Haouli Sinfonia dos Sapos Peça Sonora (excerto), 7’03’’ Essa peça sonora, essa paisagem sonora aqui apresentada, é um excerto de uma gravação com duração bem maior (24m 52s). É uma ‘sinfonia dos sapos in natura.’ Apenas meus ouvidos e o microfone participaram dessa ação. Escuto essa peça como música, como jogos sonoros, como sons que dialogam e se articulam em diferentes camadas, timbres, texturas, alturas, densidades, ritmos. É importante ressaltar que o mais importante é a nossa atitude enquanto escutamos. E essa atitude é ou pode ser provocada pelo desejo de escutar os sons que estão ao nosso redor de diferentes modos e sob diferentes perspectivas. Para mim, isso é música porque música é tudo aquilo que escutamos com a intenção de se escutar como música. 5. Marco Scarassatti Sobre o que Esta Antes do Tempo Peça Sonora/Composição, 7’00’’ 2020 Sobre o que Esta Antes do Tempo faz parte do álbum que completa o processo iniciado com a construção da escultura sonora Exu, ligada à cosmovisão iorubá e, em particular, com este Orixá, entidade crucial nos rituais do candomblé afro-brasileiro, o mensageiro entre dois mundos, o guardião da vida energia. Marco fez a escultura a partir de objetos-encontrados relacionados ao Orixá combinando madeira e metal tradicionais amplificados por microfones de contato ao qual são acrescentadas cabaças com sementes e conchas do mar, tudo conectado a um par de alto-falantes chegando a interpretar a função do Igbá no ritual através de uma forma de som. 6. Duo Teia Teia Audiovisual, 5’15’’ Vídeo: Caetano Tola O duo TEIA é formado por Inés Terra (vozes) e Julia Teles (theremin e vozes). As artistas trabalham juntas desde 2017 e se interessam pela relação entre dispositivos eletrônicos e vozes, em processos improvisados e composicionais, explorando os limites das possibilidades dos instrumentos. Em 2019 TEIA gravou seu primeiro álbum que foi lançado em junho de 2020 pelo selo RKZ Records. 7. Paulo Vivacqua Radiopolyphony Peça Sonora, 5’06’’ 2003 A multi-channel composition broadcast on the internet and the radio spectrum over a period of six weeks. Peter Lasch, Federico Marulanda, Kelvin Park,and Paulo Vivacqua, in collaboration with THING.FM.vEach sound channel is broadcast over a different radio frequency or internet stream, and is composed so that it can be heard either independently or mixed. The piece is not accessible to any audience as a whole. Instead, it provides a structure that can be adapted to conditions that vary from the private to the public; what the listener hears depends on which channels can be accessed at any particular time or place. The four voices, composed by Paulo Vivacqua. 8. Renata Roman Nada Peça Sonora, 4’11’’ 2020 Renata Roman é uma artista independente brasileira. Atualmente baseada em Havana, Cuba. Pesquisa a poética do som e da escuta e suas relações com a memória, o espaço e a visualidade. Seu trabalho transita por instalações, arte de rádio, gravações de campo, colagens e música experimental. Criadora do São Paulo Sound Map (SPSoundMap). 9. Mariana Carvalho Piano Habitat Performance 2019 Nasci em São Paulo, Brasil, 1994. O piano é meu instrumento desde os oito anos de idade, além de ponto de partida para a improvisação livre, música experimental, arte sonora, música contemporânea, performance e experimentos com o corpo, eutonia, dança, voz. Fiz bacharelado em piano na Universidade de São P aulo (2013-17). Faço parte do NuSom, Núcleo de Pesquisas em Sonologia da Universidade de São Paulo (2017- ), da rede Sonora - músicas e feminismos sonora (2016 - ), da Orquestra Errante, grupo de improvisação livre (2013 - ) e do Duo Submerso com Daniel Grajew. Participarei do programa de residências de Q-O2 em agosto/setembro de 2019, em Bruxelas, Bélgica. Em 2018 participei por dois meses do programa de residências do Centro Negra - AADK Spain, em Blanca, Murcia, Espanha; da residência de formação do XII Festival Tsonami Arte Sonoro em Valparaíso, Chile; do Escape Art Lab, residência-laboratório de dança contemporânea, música contemporânea e improvisação em Tescani, Romênia. 10. Thelmo Cristovam Aço Peça Sonora/Free Improv, 7’42’’ 2003 Free improvised based electroacoustic composition (Acoustic guitar and objects). The title and the atmosphere are inspired from “Iron Foundry” by Alexander Mosolov. The composition was intended to be from na alien soundscape in an imaginary place, called Õstrõ Hyija. So, this piece is the imaginary “field recording” from a foundry there. At the time of the composition/recording, my grandmother was hospitalized and died soon. Since then, the work is a complete scapism/isolation to another place. 11. Felipe Vaz Juntos/as/xs/es Performance/Audiovisual, 8’53’’ 2021 Juntos/as/xs/es é uma investigação sobre o paradoxo entre a necessidade de ação coletiva contra o autoritarismo no Brasil e não poder se reunir fisicamente durante a pandemia. Este projeto foi encomendado pelo Festival Novas Frequencias (Brasil, 2021) e abriu uma chamada aberta para jovens músicos brasileiros interpretarem uma partitura gráfica de Vaz. A partitura é um objetivo metafórico comum a todos, apesar das diferenças pessoais, e os músicos foram solicitados a tocá-la apenas com base na partitura do vídeo, sem ensaios em grupo ou mais instruções. Previo Siguiente
- Ensamble 4D
Mtro. Gerardo Meza. Universidad Nacional Autónoma de México < Regresar Ensamble 4D Mtro. Gerardo Meza. Universidad Nacional Autónoma de México Gerardo Meza (México, 1993) Originario de Tampico, Tamaulipas. Estudió la licenciatura en Composición en el Conservatorio de las Rosas y la licenciatura en Música y Tecnología Artística en la Escuela Nacional de Estudios Superiores, campus Morelia, de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), donde se tituló con honores y obtuvo la Medalla Gabino Barreda. Además, cursó la Maestría en Música en el área de Tecnología Musical en la UNAM y actualmente realiza el Doctorado en la misma institución. Su música combina notación mixta, síntesis, procesos interactivos, algorítmicos e inteligencia artificial con la exploración instrumental en formatos de cámara. Ha desarrollado herramientas innovadoras para la creación sonora, entre ellas ASCIML, un sistema interactivo basado en aprendizaje automático para la generación de sonidos, y EGFxset, un conjunto de datos de guitarra eléctrica empleado en diversas investigaciones internacionales de recuperación de información musical. Ha sido beneficiario del PECDA y del programa Jóvenes Creadores del SACPC (2024), y en 2017 obtuvo el primer lugar en el Concurso Nacional de Composición para Cuarteto de Percusiones con su obra Aleación. Su catálogo incluye más de 50 obras que han sido interpretadas en espacios nacionales e internacionales como el Foro de Música Nueva Manuel Enríquez (México), el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras (México), el Festival de Música Contemporánea, la Western Michigan University (Estados Unidos) y el Festival Internacional Vila de Canals (España). Actualmente se desempeña como profesor de asignatura en la Universidad Autónoma de Tamaulipas y colabora con músicos e investigadores de la Universidad de Nueva York y de la UNAM en proyectos relacionados con bases de datos musicales y modelos generativos de aprendizaje automático, además de participar activamente en la investigación aplicada que articula composición, tecnología e innovación artística. Ensamble 4D .pdf Descargar PDF • 42.69MB Anterior Siguiente
- Duncan Pinhas (Francia) - Tormentas y del temblores
Conferencia - Día 4 < Back Duncan Pinhas (Francia) - Tormentas y del temblores Conferencia - Día 4 Duncan Pinhas (Francia)Duncan es compositor de músicas concreta y productor de discos de inspiración ambiental. Es improvisador en guitarra y sintetizador en vivo. Su juego de guitarra se ubica al cruce entre la repetición, el feedback y el procesamiento informático. Duncan prolonga la investigación iniciada durante su diploma de composición electroacústica en el conservatorio de Pantin (Francia). Desarrolla el diálogo entre el gesto musical, los sonidos electrónicos y el entorno sonoro en su proyecto audiovisual « Los Pliegos del Mundo ». También dirige varios talleres colectivos sobre la musicalidad del mundo natural desde una experiencia sensorial y intuitiva. Sus conciertos han sido programados en varios eventos de Radio France, INA-GRM, el Palacio de Tokyo, el festival Sonic Protest , la sala de artes experimentales Fylkningen (Suecia). Sus principales instalaciones sonoras han sido expuestas en el Museo Nacional de Historia Natural (París) y en el programa de arte numérico del Monasterio de Sorde L’Abbaye (sur de Francia) para su exposición “Naturellement Sacré”. Sus discos están publicados por Bambalam Records, Hylé Tapes y pronto Aurora Central (Mexico). https://www.youtube.com/watch?v=He0bEsdCw9Q Previous Next Para más información escribir a info@visionessonoras.org | For more information write to info@visionessonoras.org
- IdeasSonicas/SonicIdeas 23
00000000-0000-0000-0000-000000000003 © Copyright CMMAS 2006 - 2024. Todos los derechos reservados.
- Concierto Perspectivas Sonoras: Percussion Landscapes. (Virtual) [MÉXICO / HOLANDA] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto Perspectivas Sonoras: Percussion Landscapes. (Virtual) [MÉXICO / HOLANDA] Aldo Aranda (México/Holanda) 19 oct 2022 Aldo Aranda (México / Holanda, 1978) Percusionista multifacético y virtuoso interprete de marimba, calificado como “El maravilloso percusionista mexicano” por el renombrado artista y director Jan Fabre. Sus presentaciones llevan la percusión a un nuevo nivel de expresión, fusionando diversas técnicas y disciplinas como el teatro musical contemporáneo, improvisación, danza y tecnología, revolucionando el concepto de ejecución e interpretación. Premiado con menciones honoríficas en el 1er y 2do Concurso y Festival Internacional de marimbistas en el estado de Chiapas, México en las ediciones de 1999 y 2001. Graduado de maestría en el Real Conservatorio Flamenco de Amberes, Bélgica y posteriormente en el Real Conservatorio de la Haya, Holanda. De emocionante y versátil trayectoria actualmente afincado entre Amberes y Barcelona, ha trabajado con renombrados directores, compositores, compañias de teatro y orquestas entre quienes destacan Placido Domingo, Neeme Jarvi, Jan Fabre / Troubleyn Company, Louis Andriessen, Gabriela Ortiz, Heiner Gobbels, Asko-Schoenberg Ensemble, Orquesta Sinfónica de la Universidad de Guanajuato, Orquesta de la Opera de Bellas Artes (México), Noord Netherlands Orchestra (Holanda), y Antwerp Symphony Orchestra (Bélgica), entre muchos otros. Se ha presentado en los mas prestigiosos festivales alrededor del mundo como el Festival de Avignon (FRA), Edinburgh Festival (ESC), Wiener Festwochen (AUS), Gaudeamus music week (HOL) Festival Internacional Cervantino (MEX), Aarhus festuge, (DIN), por mencionar algunos. En 2014 fue nombrado director artístico de la compañía teatral The Modern Troubadours, que produce espectáculos combinando música, teatro, danza y narración. Actualmente reside en la ciudad de Amberes, Belgica y es artista residente en Fabra i Coats y Fundación Phonos en la ciudad de Barcelona, España. Este proyecto presenta una innovadora aproximacion a los instrumentos de percusión y su manera de ser interpretados. A partir de intervenciones con diversos materiales y relaciónandolos con la tecnología se presentara un programa de diversas obras escritas para percusión con vídeo, electrónica en vivo e improvisación. El público podrá ver, escuchar y experimentar música de los últimos años con diferentes enfoques en técnicas interpretativas y formas de tocar e utilizar un instrumento de percusión. La selección de piezas busca alentar a la audiencia, compositores, intérpretes a tener una mirada más cercana a este aspecto musical de la percusión contemporánea y a descubrir mas posibilidades que la tecnología en combinación con la percusión pueden crear. Esta propuesta busca llegar a diferentes esferas de la sociedad para fomentar, expandir, y conocer estos nuevos lenguajes musicales; así como abrir nuevas oportunidades a colaboraciones con artistas, compositores e intérpretes multimedia para crear nuevas obras, y seguir ampliando el repertorio y el interés de la sociedad y nuevos creadores hacia con la tecnología y los instrumentos acústicos. Previous Next
- Concierto: México Electroacústico. [MÉXICO] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: México Electroacústico. [MÉXICO] Ensamble A Tempo (México) Integrantes: Arantxa Carré - FLAUTA, Alejandro Alcázar - OBOE, Jalil Ramírez -CLARINETE, Cristian Cruz - FAGOT, Luis Flores - TROMPETA, Ulises Hernández - PIANO, Rafael Melgar - VIOLÍN, Roberto Torres - VIOLA, Martha Lara - VIOLONCELLO, José Nicasio - CONTRABAJO, Josué Alcántar - VISUALES, Enrique Eskeda – DIRECTOR 13 sep 2019 La música, apreciada desde una perspectiva audiovisual, “entra” al organismo por medio de los sentidos de una forma novedosa. El diseño de los visuales que acompañan la propuesta musical consiste en elementos construidos con el único fin de soportar audiovisualmente el acontecer sonoro concebido por el compositor. La propuesta contemporánea, de esta forma accede de mejor manera a la audiencia, que ahora no sólo se concentra en “ver” al artista ejecutar la música, sino que queda inmerso en los visuales mientras que, casi sin darse cuenta, el arte ingresa por sus oídos. El Ensamble A Tempo ejecutará un repertorio de música nueva de compositores mexicanos. Las obras son acústicas y electroacústicas, siempre con una propuesta visual que soporta el discurso musical. El Ensamble A Tempo es una agrupación de música contemporánea integrado por profesionales del arte radicados en el estado de Guanajuato. El ensamble tiene como objetivo difundir música contemporánea nueva de compositores mexicanos. Debido a las capacidades musicales de sus integrantes, el ensamble cuenta con una versatilidad única, siempre siguiendo la premisa de promover las nuevas propuestas artísticas que se generan día con día en el país, interpretando audiovisualmente obras tanto acústicas como electroacústicas. Mediante una convocatoria de composición siempre abierta, se busca incentivar la creación artística, formando su repertorio a partir de obras compuestas específicamente para el ensamble por creadores de diversas partes del país. Se han presentado en foros como Festival Internacional Cervantino, Encuentro de las Artes Escénicas (CDMX), Territorios del Arte/Mercado Escénico (SLP), FIACmx, Festival ExNihilo, Feria Nacional del Libro de León (FeNaL), etc. Alejandro Carrillo 1993, Ciudad de México. Es licenciado en Composición por University of North Texas, donde pertenece al programa de posgrado en Composición Interdisciplinaria en el Center for Experimental Music and Intermedia. Estudió con Panayiotis Kokoras, Joseph Klein y David Stout. Otros cursos incluyen a Mark André, Zygmunt Krauze, y Johannes Kreidler. Su interés en la interdisciplina se refleja en colaboraciónes con bailarines, fotógrafos, cineastas, actores, escultores, instrumentalistas y en su trabajo como solista. Su obra ha sido programada en México, Estados Unidos y Polonia. Ha colaborado con ensambles e intérpretes como Nuno Aroso (Portugal), A Tempo (México), E-MEX (Alemania), Roomful of Teeth, Lydian String Quartet y UNT Concert Orchestra (E.U.). Carlos Arturo Hernández González – Charles M. Champi – (Monterrey, Nuevo León, México, 1988) Compositor, Violinista, Maestro de Violín, Investigador. Cursó estudios de Licenciatura en Música e Instrumentista con especialidad en Violín en la Facultad de Música de la U.A.N.L., con Lilia Naydenova, de 2006 a 2013. Inició su formación como compositor en 2004 estudiando con Miguel Almaguer, y más tarde con Eduardo Caballero y Roberto Carlos Flores. Ha tomado cursos de composición y análisis con José Luis Capana, José Luis Castillo, Emanuel Nunes, Luca Belcastro, Rodrigo Sigal, Julio Estrada, Victor Rasgado, Ana Lara, Ignacio Baca-Lobera, Joao Pedro Oliveira, Carola Bauckholt, Peter Ablinger, Clara Iannotta, Hanna Hartmann, Javier Torres Maldonado, y Fabian Panisello, entre otros. Fue becario del Centro de Compositores de Nuevo León en 2013, y del programa “Prácticas de Vuelo” del CMMAS en 2014 y 2017. En abril de 2016 participó en los cursos y programas de lectura del Festival Mixtur 2016 (Barcelona, España), y en 2017 formó parte del festival Bludenzer Tage zeitgemäßer Musik (Austria) como compositor activo y ponente. Su música se ha ejecutado en México, España, y Corea del Sur, por diferentes ensambles como el Cuarteto de Cuerdas Cromano, la O.S.U.A.N.L., CEPROMUSIC. Arturo Morfín Nació en la Ciudad de México en 1989. Estudió composición musical en el Centro de Investigación y Estudios de la Música. Ahí obtuvo la Licenciatura en Teoría Musical y el Diploma de Fellowship en composición certificado por el London College of Music. Participó en los programa Prácticas de Vuelo 2013 y 2017 del Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras. Ha cursado talleres de composición impartidos por Ignacio Baca Lobera, Enrique Mendoza, Javier Torres Maldonado, Georgina Derbez, José Julio Díaz Infante, Víctor Rasgado, Enrico Chapela y Jos Zwaanenburg. Su música ha sido interpretada en México, en Canadá, en Francia y en España. Ha formado parte de la programación en el Festival Internacional Cervantino y en el Foro Internacional de Música Nueva Manuel Enríquez. En 2016 Urtext Digital Classics publicó FLUX, disco compacto que incluye un obra de Arturo Morfín para flauta bajo y electrónica, interpretada por Alejandro Escuer. Alejandro Reyes Nació el 2 de diciembre de 1971, en Puebla, Pue. En 2006 se tituló como Licenciado en Música en la BUAP, cursando guitarra clásica con el Lic. Martín Báez Jiménez y composición con el Dr. Gonzalo Macías Andere y con el Mtro. Jorge Andrade. Ha tomado clases magistrales de composición con los siguientes maestros: Mtro. Luca Belcastro, Dr. Ignacio Baca Lobera, Mtro. Jorge Diego Vázquez, Dr. José Luis Hurtado, Dr. Roberto Morales Manzanares, Dr. Jean Luc Hervé, Dr. Juan Cristobal Cerrillo, Dr. Michael Pisaro Dr. Juan Sebastian Lach, Dr. Jean-Marc Chouvel, Dr. Luca Chiantore y Mtro. Danilo Grimoldi. Ha estrenado piezas desde el año 2002 siendo sus presentaciones más importantes en 4 diferentes emisiones del Festival Discantus que se organiza en la Ciudad de Puebla. Se ha presentado en diversas ciudades de la República Mexicana tales como Guadalajara, Mérida, Tlaxcala, Guanajuato y Distrito Federal. Se presentó en el año 2013 en Festival Internacional Cervantino siendo el estado invitado Puebla. Ha estrenado obras instrumentales para solistas, música de cámara, sinfónicas, música electrónica, mixta, multimedia y multidisciplina, con uso de nuevas tecnologías. Del año 2008 al 2013 perteneció a el colectivo “Proyecto Convolución” de compositores de la Ciudad de Puebla. Ganador del apoyo PEDCA 2011 con el proyecto “Músicos Cazando Mariposas”. En el 2013 inicia su colaboración en el ensamble “Dúo/Pamina” donde se interpreta música para guitarra contemporánea, improvisación libre y multimedia. En el año 2013 también colabora en el “Colectivo Arte a 360 grados” y con la compañía de teatro “Quirón”. Gabriel Salcedo Sansón (Ciudad de México, 1985) Su trabajo transita distintas formas de creación sonora, desde composición acústica hasta proyectos multimedia. Sus piezas e investigación exploran la interactividad entre el ser humano y la tecnología en entornos creativos. Además, ha incursionado en el diseño sonoro, música para coreografía e improvisación libre. Ricardo Duran Barney. México, Ciudad de México 2 de julio de 1981. Estudió la Licenciatura en Composición en la Escuela de Música de la Universidad de Guanajuato en el periodo 2004 al 2006, y la Maestría en Artes en la misma institución del 2010 al 2011. Curso el Diplomado de composición de música acústica y electroacústica, coordinado por el Dr. Enrique Eskeda Compositor, director, violinista y pianista, titulado de la Licenciatura en Composición del Departamento de Música de la Universidad de Guanajuato. Su música académica se ha interpretado en distintos foros del país, Estados Unidos y Canadá, donde fue becado para realizar una estancia de composición con el Dr. Alain Perron y de dirección con el Dr. John Wiebe. Con las agrupaciones leonesas de rock sinfónico Gnosys y de rock neoclásico Doomsday, ha grabado varios discos y se ha presentado a lo largo y ancho del país. Es fundador y director artístico del Ensamble Aeternum de música vocal y del Ensamble A Tempo, agrupación de música contemporánea con la que ha presentado la mayoría de sus obras. Como pianista y violinista ha dado numerosos conciertos como solista, acompañante, en dúo y en ensamble. También es fundador y actual director de la Orquesta Filarmónica de León, primera orquesta profesional en esa ciudad en varias décadas. Fue cantante del Ensamble Vocal del Centro de las Artes de Guanajuato y del Coro de Ópera del Teatro del Bicentenario, agrupaciones con las que presentó varias óperas y obras corales en distintos escenarios del país, incluidos el Festival Internacional Cervantino, el Centro de las Artes de Guanajuato, el Centro de las Artes de San Luis Potosí, el Teatro del Bicentenario, etc. Ha tomado diversos talleres y cursos de perfeccionamiento musical con grandes autoridades musicales. Fue becado para realizar un proyecto de investigación en materia de música para cine en el Centro Mexicano para la Música y las Artes Sonoras (CMMAS), bajo la dirección del Dr. Rodrigo Sigal. También ha recibido varios reconocimientos, becas académicas y apoyos para realizar estancias de investigación en el CMMAS, en el Programa de Investigación en Artes de la Universidad Veracruzana y en la Universidad de Guanajuato. Es exbecario del programa Jóvenes Creadores 2013-2014 del FONCA, actual becario del PECDA (Creadores con Trayectoria), docente del Departamento de Música de la Universidad de Guanajuato y de la Universidad Iberoamericana León. También es coordinador de Música del FAC (Festival de Arte Contemporáneo) de los pueblos del Rincón de Guanajuato. Recientemente concluyó la Maestría en Dirección Orquestal en Truman State University (EUA), bajo la tutela del Dr. Sam McClure y composición con el Dr. Charles Gran. Previous Next
- Concierto: Alejandro Viramontes y DavidVNun [Ecuador/México/Canadá] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: Alejandro Viramontes y DavidVNun [Ecuador/México/Canadá] Alejandro Viramontes (México) DavidVNun (México) 22 mar 2024 El internet es arte. Las piezas de Alejandro y David están estrechamente ligadas con el mundo digital, desde su concepción, distribución, consumo y venta. Se presentarán distintas obras que nacen y viven del internet cómo: Phi$hing, Fraktal Angels y distintos GIFs de arte en 3D. Previous Next
- Proceso creativo : Tempus Pacha - Fredy Vallejos (Ecuador)
El compositor abordará el proceso creativo de TEMPUS/ PACHA, desde la génesis del proyecto hasta los procesos informáticos involucrados en el trabajo compositivo. A través de diferentes textos (Guambo: Primavera Nuclear Andina, Lema: Ñuka hatunmamata pachaka imata kan nishpa tapukpika, BIPM: The International System of Units), la obra explora los vestigios de una confluencia de varias culturas, alusivas a algunos habitantes de ¨ciudades páramo¨. Lo anterior, a partir del Tiempo como eje transversal de reflexión, del sonido en tanto que fenómeno temporal por excelencia y de un juego de imágenes que advierten una confrontación ante el desamparo en el páramo/ciudad. < Back Ir al final | go to botom Proceso creativo : Tempus Pacha - Fredy Vallejos (Ecuador) El compositor abordará el proceso creativo de TEMPUS/ PACHA, desde la génesis del proyecto hasta los procesos informáticos involucrados en el trabajo compositivo. A través de diferentes textos (Guambo: Primavera Nuclear Andina, Lema: Ñuka hatunmamata pachaka imata kan nishpa tapukpika, BIPM: The International System of Units), la obra explora los vestigios de una confluencia de varias culturas, alusivas a algunos habitantes de ¨ciudades páramo¨. Lo anterior, a partir del Tiempo como eje transversal de reflexión, del sonido en tanto que fenómeno temporal por excelencia y de un juego de imágenes que advierten una confrontación ante el desamparo en el páramo/ciudad. TEMPUS / PACHA juega entonces con los límites entre una temporalidad discursiva y cíclica. Entre una narración y una especie de performance ritual donde el fluir de la existencia da paso a un presente continuo, a una temporalidad difusa acentuada por la multiplicidad de experiencias sensoriales de la propuesta. Fredy Vallejos, músico de origen colombiano, ha realizado estudios de percusión, composición, musicología e informática musical en Colombia, Francia y Suiza (Conservatorio Antonio María Valencia, Conservatorio de Lyon, Escuela de Altos Estudios Musicales de Ginebra, IRCAM, Universidad Jean Monnet, Universidad Lumière-Lyon 2…). Sin embargo, considera que su formación definitiva responde a la influencia de diferentes músicas tradicionales y populares, debido a su temprano contacto de manera empírica con las mismas. Su preocupación estética, caracterizada por la exploración de un universo sonoro múltiple y heterogéneo, se basa en trabajos de investigación etnomusicológica, formalizados mediante herramientas tecnológicas y en la relación del sonido con otras formas de arte. En este sentido, ha colaborado con artistas de diferentes campos (cine, artes visuales, danza, literatura) y sus obras se han presentado en diversos auditorios y festivales de mas de 15 países. Laureado del Multimedia Prize de la Fundación San Fedele (Milán), del concurso de composición André Jolivet (París) y Finalista de los concursos de jóvenes solistas de la Orquesta Filarmónica del Valle del Cauca y de la Orquesta Sinfónica Nacional de Colombia. Segundo puesto y premio a los mejores arreglos en el concurso de música tradicional Petronio Álvarez con el cuarteto de percusión del Conservatorio Antonio María Valencia. Residente en la Ciudad Internacional de las Artes de Paris (2013-2014) y becario de la ciudad de Villeurbanne (Francia), de la Fundación Simón Patiño (Suiza), del Instituto Departamental de Bellas Artes (Colombia) y de la Ciudad de Ginebra (Suiza). Ha realizado una labor pedagógica durante más de 20 años en diversas instituciones de América Latina y Europa. Fue director de la Escuela de Artes Sonoras de la Universidad de las Artes del Ecuador de la cual es actualmente es docente. ¿Tienes comentarios o preguntas al artista? participa en nuestro foro Do you have comments or questions to the artist? Participate in our forum Button Ir arriba | Back to Top Previous Next COLABORADORES APOYOS PÚBLICOS
- Concierto: AQUELARRE Festival de morras y disidencias en la música y la tecnología. Día 1 [MÉXICO] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto: AQUELARRE Festival de morras y disidencias en la música y la tecnología. Día 1 [MÉXICO] "México Lucía Esnaurrizar Juan Cáceres Avitia Tania Alejandra Denisse Raya Ivonne Hernández Mel Segovia Andrea Montoya Ortiz Xanat García Magma fluoresente Lucia Miridiel Esnaurrizar Emma Wilde Lucía Esnaurrizar" 16 feb 2023 "El Festival Aquelarre es un simposio en torno a la relación Feminismo, Arte y Tecnología, propuesta que surge a partir de la necesidad de compartir y crear espacios, cuestionar y reconocernos en estos espacios. El festival se llevará a cabo el 15,16 y 17 de Febrero del 2023. Retomamos el aquelarre de las brujas como elemento identitario, pues nos encontramos en un paralelismo histórico con ellas, buscamos el reconocimiento de nuestro trabajo y obra, procuramos que nuestro fogón ya no sea para ser quemadas vivas, sino que lo convertimos en nuestra llama de la autonomía y reconocimiento, que esperamos se expanda por todo el bosque conocido y desconocido Afluente B - Tania Alejandra 00:00 - 8:00 REC- Denisse Raya 8:01 - 11:04 Cuidades Ficticias, culpas Judeocristianas- Ivonne Hernández 11:31 - 21:15 El fonón de sonorina- Mel Segovia 21:30 - 29:20 Cute rap- Andrea Montoya Ortiz 29:45 - 32:54 In-Flux- Xanat García 33:06 - 42:10 Recue me- Magma fluoresente 42:30 - 46:52 Descontruf- Lucia Miridiel Esnaurrizar 46:58 - 55:06 Clakmul - Emma Wilde / Lucía Esnaurrizar, Juan Cáceres Avitia 55:09 - 1:00:34 " Previous Next
- Concierto Perspectivas Sonoras: Tonalli R. Nakamura, Emilio Hdz. Cortés. (Virtual) [MÉXICO] | CMMAS+
Ir a cmmas.org < Regresar Concierto Perspectivas Sonoras: Tonalli R. Nakamura, Emilio Hdz. Cortés. (Virtual) [MÉXICO] Compositor: Tonalli R. Nakamura (México) Artista visual: Emilio Hdz. Cortés (México) 9 abr 2021 El ciclo de conciertos "Perspectivas Sonoras" abre la programación con un concierto a cargo del compositor Tonalli R. Nakamura y el artista visual Emilio Hdz. Cortés. concierto enfocado en generar experiencias audiovisuales, alineando estrategias de tecnología, sonido y cine, buscando siempre nuevos horizontes, ampliando la creación y desarrollo de conceptos. La electrónica se encuentra con el glitch, las imágenes generadas digitalmente y los procesos de cine, que se inspira en la ciencia ficción y la cultura del error, llevando al público a un viaje hacia un futuro incierto. Tonalli R. Nakamura Estudió la licenciatura en composición musical en la Facultad Popular de Bellas Artes de la Universidad Michoacana de San Nicolas de Hidalgo. Especialista en música con nuevas tecnologías en los campos de: música acusmática, música contemporánea instrumental, Visual Music y live electronics. Ha presentado y estrenado obra en festivales alrededor del mundo, en países como España, Francia, Grecia, China, Japón, Rusia, Escocia, Irlanda, Inglaterra, Alemania, Bélgica, Canadá, Argentina, Colombia, Chile y México. Emilio Hdz. Cortés Cineasta, director de arte y artista conceptual, co-fundador de la agencia Epochcut Licenciado en Artes Visuales, orientado en nuevas tecnologías, dirección cinematográfica, animación y teoría de la imagen. Videoartista interesado en la producción e investigación de la imagen en movimiento y el cine en sus múltiples desarrollos Previous Next




